Há lugares que parecem nascer duas vezes. O Parque das Águas de Campinas é um desses. Um espaço que já foi sinônimo de abandono, lixo e enchentes — e que hoje reflete o equilíbrio entre cidade e natureza. A Hangar 27 sobrevoou esse símbolo de renascimento com seus drones DJI Air 3S e DJI Mini 4 Pro, capturando do alto a harmonia entre as águas, o verde e a arquitetura do parque.
Cada curva do córrego, cada reflexo das lagoas e cada ponte revitalizada contam uma história de transformação. Assim, é do alto que essa história ganha uma nova dimensão — porque a natureza, quando observada em perspectiva, revela o poder da reconstrução.
Um projeto que nasceu da regeneração
O Parque das Águas foi inaugurado em 8 de dezembro de 2007 como resultado de um ousado projeto de revitalização ambiental. Antes disso, a área sofria com enchentes, lixo e mato alto. Por isso, a Prefeitura de Campinas iniciou um processo profundo de recuperação, com o plantio de vegetação nativa, a criação de lagos artificiais e uma requalificação completa da paisagem.
Além disso, a transformação não aconteceu isoladamente. O parque é um exemplo de parceria público-privada, em que empresas que desejavam construir condomínios na região assumiram o compromisso de investir na melhoria do espaço. Desse modo, surgiram pontes, marginais e o próprio parque — um presente à cidade e um legado às gerações futuras.
Enquanto isso, o bairro ao redor se desenvolvia, e o Parque das Águas se tornava um ponto de equilíbrio entre o concreto e o verde. Em outras palavras, o projeto não apenas revitalizou uma área degradada, mas também redefiniu a relação da comunidade com o meio ambiente.
Três nascentes, duas lagoas e um propósito
O nome “Parque das Águas” não é uma metáfora poética — é literal. São três nascentes que se unem em um córrego, formando duas lagoas de beleza serena. Desde 2011, o local abriga o Centro de Conhecimento da Água (CCA), um espaço dedicado à educação ambiental. Ali, oficinas, exposições e eventos ensinam, de maneira envolvente, a importância de preservar o recurso mais precioso do planeta.
Por outro lado, o parque também é um convite à contemplação. O som das águas correndo, o vento suave entre as árvores e as risadas das crianças criam uma sinfonia natural. Assim, a cada visita, é possível perceber como o equilíbrio entre lazer e consciência ambiental se traduz em aprendizado vivo.
De fato, o Parque das Águas é um modelo de desenvolvimento sustentável que mostra como o urbanismo pode coexistir com a preservação.
O olhar aéreo da Hangar 27
Quando um drone sobrevoa um lugar como o Parque das Águas, ele não está apenas filmando — está testemunhando uma conquista coletiva. A Hangar 27, com autorização formal do DECEA, realizou voos totalmente regulamentados (ANAC, DECEA e seguro RETA) para registrar as nuances desse ecossistema urbano.
Portanto, cada imagem aérea vai além da estética. Ela traduz propósito. Do alto, as margens se transformam em pinceladas verdes, as pontes se desenham como traços sobre uma tela líquida e o reflexo do sol nas águas faz o parque inteiro parecer respirar luz.
Em seguida, os vídeos capturados — que em breve serão incorporados a este artigo — revelarão a poesia visual dessa paisagem. Eles simbolizam a missão da Hangar 27: mostrar como a tecnologia pode contar histórias que a natureza inspira.
Um voo sobre o futuro
O Parque das Águas é mais do que um parque. É uma lembrança viva de que revitalizar é um ato de esperança. E a cada voo, a Hangar 27 reforça seu compromisso de eternizar essa esperança através de imagens que inspiram, preservam e conectam.
Por fim, quando a tecnologia se alia à natureza, o resultado não é apenas um registro — é uma nova forma de enxergar o mundo.



